sexta-feira, 30 de março de 2012

A amizade faz milagres!


Não precisamos da merda dos políticos, nem de políticos de merda, muito menos dos seus comportamentos indecentes. Queremos essa escumalha tonta connosco, depois de se transformarem em gente!

Nesta Era, exige-se uma trans-form-@ção adequada a uma nova sociedade, concetual. É altamente complexa, tecnológica, globalizada. Agora, cada um precisa de ser, ao mesmo tempo, agricultor, operário, executivo, artista, empático (ideia de Daniel H Pink, em «A nova inteligência»), e … AMIGO, num ecossistema que grita por socorro!

É aí que está o cerne da questão. Nesta Era, para progredir, nesta Terra que nos acolhe, cheios de abundâncias várias, de confortos para alguns e de desigualdades, precisamos de AMIGOS.

Para resolver os grandes problemas, precisamos de AMIZADES sérias, não precisamos das falsas, dos políticos da treta.

Temos de viver com Humildade para aprender, abertos para trocar e DAR, arrojados no ato de, em conjunto, por processos criativos, realistas, concretizar e conquistar. Temos de usar o potencial cerebral, recombinado a partir dos saberes (aprender, ser, sentir, pensar, fazer, trocar e objetivar), para construir, ajudar, dar. E, com naturalidade, receber. É isto que se chama, em «cristanês»: Amar!

Traz sorrisos, carinhas felizes e faz crescer.

Assim, transformaremos a sociedade pela EDUCAÇÃO ativa em todas as idades, em projetos (sonhados e concretizados) que integram a família, a escola e a comunidade, com uma verdadeira intenção de criar o BEM, numa rede global de redefinição do sucesso na vida.

Caso contrário, continuaremos numa sociedade de merda, piegas, a chorar, a ser chupados e gozados pelos políticos de merda!

Não é com guerras que faremos a mudança! É com ESPERANÇA e arrojo! Destruindo o sucesso dos «mete nojo»! Pela a ação, EDUCATIVA, com a emoção da razão que não se esquiva.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Glórias vãs


Há alguns meses, exigi de mim uma nova e arrojada responsabilidade social: partilhar contributos para o desenvolvimento humano. De modo dedicado, tento refletir sobre o nosso desenvolvimento comum.

Embebido nas reflexões desta manhã, preparando umas aulas de Geografia Humana, recordei que, muitas vezes, esquecemos o que é básico: a existência. Mas, a existência do quê? Dos seres humanos? De cada um? De todos os seres vivos? Hoje, humildemente, reconheço que não sei a resposta, num planeta que começa a ser demasiado pequeno!

Mas há outra questão básica (filosófica) que me preocupa dia-a-dia. Como devo estar na vida, perante a enorme humildade de ser «apenas» um grão de areia de mais de 7 mil milhões, de uma desumanidade crescente, num planeta povoado de seres ancestrais e animais, num universo transcendente, carregado de energias superiores?

E a resposta surge-me assim: acalma-te, vive grato o dia-a-dia, partilhando, com a grande humildade que te ajuda a aprender, com uma serena capacidade de crescer, todos os dias, e, … ligado aos outros que te sentem, arroja-te, arrisca, avança, porque só assim se conquista.

Mas, conquista-se o quê? 

Conquista-se a paz interior numa vida interligada, enquanto este planeta, o permite. Sê humilde para aprender e arrojado para conquistar o Ser, num cosmos que não se esgota neste planeta, nem nesta vida!

Curte a vida, não a deixes passar em busca de glórias vãs!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Fontes de poder



Há múltiplas fontes de poder! Umas externas, outras internas e outras que, estranhas, sei lá, … vêm da profundeza das entranhas, ou, até, talvez, muito para além das coisas vivas, das coisas que mexem, nascidas nas eruptivas forças energéticas do Cosmos universal.

Pouco importa.

O que vale é a sua capacidade especial de fazer com que algo aconteça com sentido, sentimento e valor. Se sinta e viva para além da simples e medíocre existência de buscar a realização pessoal pelo dinheiro e pelo poder! Pelo ato de dominar e de receber.

O maior poder, vem de dentro, da imensa capacidade de sentir, de estar e de transformar. Vem de dentro, cheio de força. Trazida, reciclada e recriada no simples ato de estar, decente, na transcendência de, com os outros, transformar momentos de nada, em magia contagiante!

O poder é energia transformada em arte! Em arte de dar.

E pouco importam as fontes de poder.

domingo, 25 de março de 2012

Renascidos na História


Ninguém nasce sozinho. Nem cresce vazio, sem gente. Sem interação, no passado e no presente. Somos «fracas figuras, renascidas, levantadas, percorrendo os caminhos do pão». Apenas vivas, iludidas pela razão. Ninguém é herói, mais do que alguém.

Ninguém cria o mundo. Apenas recria, recombina. Apenas se cria e se recria, quando acontece, a partir dos sonhos e dos legados, por outros deixados. Experiências vividas, sentidas, (imper)feitas. Legados deixados, que, efémeros, hoje, são sentidos como (per)feitos!

Exceto na tecnologia, na nova, cada vez mais nova e intensa, tudo o resto é antigo. Com milhares de anos de existência, de convivência transformadora. Pouco mudou. Pouco evoluiu nos seres (humanos), nas sensações e relações que se criaram. Daí o valor da História, do conhecimento de tudo. Para além dos momentos de glória.

Nas fases de crise, de medo, é preciso, com muito juízo, ir buscar, atrás, tudo o que a vida traz, em pedacinhos de histórias vividas, dos outros, mesmo dos que viveram sem glória. Para renascer, inspirados nos outros, fazer história! Sonhando, imaginando com calor e fulgor.

Nobre mudança


Época de crise. Tristeza à solta. 3 maduros, sonhadores. Facebook. Um blogue e um poema. Uma ideia. Que nasce e cresce, em 24 horas, 28 apoiantes, 14 ativistas dispostos a arregaçar as mangas e trabalhar para o bem-estar.

A partir de um poema. Renasce uma utopia. É arte, criativa!

Transformar Portugal. Para conquistar os caminhos da alegria que os factos e acontecimentos querem contrariar. É assim que hoje, com estas tecnologias, se constrói a vida.

Os estímulos externos desafiam os instintos. Descrentes, presos nos insucessos e nos medos de retrocessos, estávamos tristes, amargurados e parados. Afinal, não estamos impotentes, nem inertes.

Como sempre, apenas precisamos de um ideal importante que nos liberte para a conquista de coisas grandes. De mãos dadas, entrelaçadas, com fatos de muitas cores, começamos, lentamente, a mover-mo-nos para fazer florir ideias e projetos, para rir, com imensa alegria, que contagia ... para fazer uma NOBRE MUDANÇA! Positiva. Ativa. Viva e apaixonada. Livre! Cheia de amizade.

Inspirados, partilhámos e sentimos, em conjunto: Quando o cérebro humano se distende para abrigar uma ideia nova, nunca mais volta à dimensão anterior. Oliver Holmes (contributo da São). Povoar as mentes, é o que se pretende, de ideias, gestos e emoções. Que se tornem verdadeiramente nobres. (Fátima). Em que nós valemos a pena (Álvaro). Precisamos de «pessoas empenhadas, construtores com palavra de honra, sem medo de arregaçar as mangas e empreendedores. O fundamental é que haja, entre todos, sintonia. Estamos só na primeira pedra, cada coisa a seu tempo.(Lina). "Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos." , Martin Luther King (Lena). "A verdadeira viagem de descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas sim em possuir novos olhos" Marcel Proust (Fátima) Ver o que não é atingível, é poder concretizar, na realidade, tudo com que sonhamos e acreditamos. A coesão do grupo nasce da vontade, da inclusão, do saber ser, do saber estar, do querer e saber fazer. Seremos sempre nós as ferramentas com se desbrava o caminho, com que se elabora um buraco, onde, plantada a semente, dará azo a tudo aquilo que quisermos construir. "O passado e o futuro dos seres humanos nada são comparados com a sua realidade interior" Rahlf Waldo Emerson (Fátima).“Tudo o que você faz na vida será insignificante! Mas é muito importante que você faça!”, Mahatma Gandhi. (Anabela). «Traz outro amigo também», Zeca Afonso (contributo do Mário Rui) e sintamo-nos como Depois do Adeus, de Paulo de Carvalho (contributo da «prima Vera»).

Afinal, somos muito mais do que a geração tasca. Talvez deixemos de estar à rasca. Porque, de mãos dadas, guiados por ideias utópicas, sonhamos e experimentamos. Vamos tentar. Numa aldeia. Na cidade. Ou numa rede de aldeias e cidades! Com amizade.

Uma NOBRE MUDANÇA, de um Nobre Povo!

sexta-feira, 23 de março de 2012

À procura


Caminho, deambulo,
Percorro montes e vales.
Despido, sinto-me nulo.
O que procuro?
Não sei, ou talvez saiba.
Algo que já partiu.
Algo que já não caiba,
Outrora dentro de mim.
Algo que já fugiu,
Algo que já não saiba.
Para além de tudo,
Para além do nada,
Procuro-te somente a ti,
De dia, à noite, na madrugada.  

Mais um delicioso poema da Rum ;-)

Foi Deus que os fez assim?


Nascemos instintivos. Animais selvagens. Competitivos. Mas não individualistas. Apenas sobreviventes, interesseiros, quase egoístas, que precisam de proteção.

É o processo educativo que nos leva para novos estados e comportamentos. É a educação que recebemos (e que costruímos, quando crescemos) que nos transforma em pessoas comunitárias, em gente decente e gregária, ou em egoístas nojentos.

O egoísmo resulta dos interesses e ambições que temos, da perceção da escassez e da importância daquilo que não temos, mas queremos. Impele-nos à ação. Aponta-nos para a luta, para invejar e roubar, mesmo sem razão. Um dia, quando conquistamos o que tão avidamente desejámos, guardamos e não damos. Escondemos.

É esta génese que está na origem dos imaturos, meninos de coro, que, um dia chegam a duros presidentes das empresas indecentes e dos partidos impuros. Não aprenderam o prazer de dar nem de respeitar, deixaram-se dominar pela animalesca vontade de conquistar. Pela estúpida necessidade de ganhar, sempre. Porque incompetentes emocionais e indecentes mentais não sabem perder, nem viver. Mas sabem deixar morrer!

Foi Deus que os fez assim ou é por culpa dos seus pais?